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Ninguém pode saber

Se não me falha a memória, Dare mo shiranai é o primeiro drama japonês que vejo no cinema. Gostaria de citar algum Takeshi Kitano, Akira Kurosawa e tantos outros, mas minha honestidade não permite.
Não tem jeito. A única lembrança de filmes genuinamente nipônicos que ainda guardo refere-se a uma caixa com quatro fitas VHS que meu avô havia ganhado de algum (desculpem-me o trocadilho) distante parente nosso. O velho tratava aquela caixa como uma verdadeira relíquia e insistia para que eu a colocasse no vídeo sempre que ele tinha vontade de assisti-la novamente - o que acontecia quase todos os dias.
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O Lutador

Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos
mal rompe a manhã.
São muitas, eu pouco.
Algumas, tão fortes
como o javali.
Não me julgo louco.
Se o fosse, teria
poder de encantá-las.
Mas lúcido e frio,
apareço e tento
apanhar algumas
para meu sustento
num dia de vida.
Deixam-se enlaçar,
tontas à carícia
e súbito fogem
e não há ameaça
e nem há sevícia
que as traga de novo
ao centro da praça.
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Danúbio

Que olhar, o dessa moça! Linha, mancha e cor em atividades telúricas, quase vulcânicas. É a energia de Danúbio Gonçalves, artista gaúcho cuja vida se confunde com a história da moderna gravura brasileira.
Essa é a primeira imagem, uma bela serigrafia a 5 cores, que recebemos do consórcio de gravuras do Museu do Trabalho, uma entidade originada a partir da preservação e recuperação da Usina do Gasômetro, às margens do Guaíba, em Porto Alegre. O Museu, que originalmente abrigava um acervo de máquinas, instrumentos, filmes, fotos e documentos referentes ao trabalho, passou a ter também, em meados da década de 80, um pequeno teatro e um ateliê de gravuras, que ajudam a mantê-lo. Na implantação do ateliê teve participação o próprio Danúbio, um mestre gravador que ainda hoje, aos 80 anos, nos dá mostras da sua plena atividade.
belezuras pela rede
volumen mag é uma revista eletrônica gratuita, demora para carregar e usa flash... mas os trabalhos são muito bons! ilustração, fotografia, tipografia, etc.
Maria Cheia de Graça

O filme tem uma narrativa linear e real. A história que eu vi na telona, eu já tinha lido algumas vezes nos jornais da vida real. Maria, como tantas outras pessoas, é movida pela esperança de ter uma vida melhor. Desempregada e grávida, decide procurar trabalho em Bogotá. Antes de chegar à cidade, recebe uma oferta para transportar heroína para os EUA. E aceita. O espectador se envolve com a protagonista, se arrepende com ela, e luta o filme inteiro para que Maria Cheia de Fé pela Vida consiga superar todas as conseqüências de suas decisões. O final fica aquém dos 100 minutos anteriores, mas não prejudica o filme. Vale a pena ver, principalmente pela atuação de Catalina Moreno, que faz Maria parecer uma daquelas pessoas da vida real que lemos nos jornais, mas não compreendemos o absurdo de suas atitudes.
Blog de valor

Saiu este fim de semana na capa do caderno EU&, do Valor Econômico, uma matéria muito interessante sobre o uso de blogs em empresas. Várias empresas já notaram que o crescimento da blogosfera é acelerado e resolveram entrar de cabeça. Usam os blogs como ferramenta de comunicação interna, substituindo as newsletters – já consideradas ultrapassadas por serem passivas e unilaterais...
Os blogs empresariais são chamados de bizblogs e tentam atingir o público alvo da empresa, sejam os empregados, clientes ou outros blogueiros.
Infelizmente o acesso ao texto online é restrito, mas eu tenho o jornal para quem se interessar.
Estamos tão up to date!
caderno de viagem

Nesta véspera de feriadão dei de cara com meu caderno de desenhos. Acho que é vontade de viajar... Digo isto porque me dei conta que só desenho quando viajo. Ai, ai, cada lugar lindo... Escolhi um desenho que fiz do templo do Vale do Matutu para desejar um bom feriado a todos.
Ensaio Sobre a Cegueira

Até pouco tempo atrás, este livro esteve vergonhosamente na categoria de "Livros não terminados" no meu histórico literário. Nessa categoria, só perdia para Crime e Castigo, que já comecei e não consegui terminar por pura falta de tempo, pelo menos, umas três vezes. Os russos, por enquanto, vão ter que esperar. A bola da vez é dos portugueses.
:: continue lendo "Ensaio Sobre a Cegueira"
Esse tal de hipertexto
Conheci a importância do hipertexto aqui, nesse blog. Depois que eu escrevi alguns posts sobre cinema, percebi que através da internet poderia passar muito mais informações além das minhas conclusões cinematográficas. Poderia mostrar uma imagem do filme, apresentar a ficha técnica e muito mais. Para não escrever demais, a melhor solução seria criar os famosos hipertextos. Levar o leitor a um site diferente, que complementaria as informações sobre o que estava sendo dito. Recorri ao meu guru blogueiro para esclarecer dúvidas e pedir sugestões. Ele me indicou um site muito bacana sobre cinema, e sugeriu que eu fizesse a minha própria pesquisa. E o resultado foi esse site. Não sei se é realmente um site interessante para quem gosta de cinema, mas é em português e por enquanto atende às minhas expectativas. Ainda continuo a minha pesquisa e aceito dicas!
Menina de ouro

Desde a faculdade, comecei a ter uma certa dificuldade em assistir a um filme sem me abalar pela direção. Talvez pelas aulas de cinema com um professor empolgadíssimo. Por isso, esse filme me encantou tanto. Nunca fui muito fã dos filmes dirigidos por Clint Eastwood. Ele sempre preferiu as cenas diretas, concisas, objetivas demais. Em Menina de Ouro, ele não faz diferente. Mas lida com a emoção. Os diálogos são curtos, as cenas têm um tempo preciso. O realismo duro das histórias é direto e prático. O que pareceria trágico, é apenas a realidade crua. A ausência de refinamentos emocionais e de valorização das cenas traduz vidas duras e diretas. O casamento perfeito do enredo com a direção. A sensação de quem sai do cinema é que não precisa ser dito mais nada.
pessoas interessantes
Não tenho tempo de ler tudo que quero, mas sempre dou uma olhadinha nos blogs que listam aí ao lado, dentro deles encontro mais links interessantes... e um mundo inteiro de novas descobertas!
A Ana tem umas ilustrações lindas, algumas me lembram o livro que a M. comprou para o escritório, o "2 color graphics".
A Marta fez uma ilustração com fotos de postes de luz que me encantou.
nicolina
Sempre gostei de uma praça no centro da cidade, entre a São João, a Barão de Limeira e a Rua Vitória. A praça Júlio Mesquita não é muito grande, mas tem algo pouco comum em nossas praças paulistanas: uma fonte, uma belíssima fonte. Infelizmente desativada. Há algum tempo atrás, estava ainda rodeada por grades, talvez para evitar vandalismos. Mas as grades não contiveram a miséria, a falta de informação, o desconhecimeto e a falta de afeto de alguns pelo seu patrimônio: algumas partes da fonte foram destruídas, detalhes em bronze, roubados.
Há mais de um ano, retiraram as grades e o espaço da praça ficou mais bonito, mesmo com a fonte desativada e mutilada. Um antigo hotel da praça, o Hotel Urca, (que tinha um enorme luminoso em neon, encimando o prédio, interessante com suas letras em futura), vazio há muitos anos, foi invadido por sem-tetos que até hoje moram lá, em fase de negociação para permanecer por ali. Através de uma reportagem da tv Cultura, soube que, veladamente, zelam para que as poucas peças de bronze da fonte não sejam roubadas.
Intrigado com a beleza da escultura toda em mámore, com rostos misteriosos expressivamente dissimulados em meio a espumas e sereias , quis saber mais de sua história. Sua autora: Nicolina Vaz de Assis, uma paulista que realizou um trabalho escultórico maravilhoso no Brasil, destacando-se num contexto onde tradicionalmente predominavam os homens.
Vale a pena passear pela Júlio Mesquita e imaginar como e em que breve futuro aquilo tudo pode de novo refrescar-nos o orgulho de ser brasileiro.

t.
"Experimentos"

Acabei de receber uma dica de uma exposição no Senac que começará hoje. A exposição "Experimentos" traz trabalhos executados por artistas gráficos de vários países que desenvolvem projetos gráficos experimentais não-comerciais. Parece muito interessante! Depois comento o que achei da exposição!
Obs. Harley, muito obrigada por essa dica quentíssima!
A velha e boa tipografia
Mais uma afinidade com os nossos amigos de além mar!
Lendo o blog da Rosa Pomar que é designer de bonecos lindos, entre outras coisas, me encantei em saber que também se interessa por tipografia, daquela velha e boa à maneira de Gutenberg. No texto ela comenta sobre o projeto Serrote. Quando entrei no site descobri um co-irmão nos projetos tipográficos. Imprimiu uma tiragem de 500 cadernos brochura numa Hildelberg, muito parecida com a que a Fonte usou no caderno de ano novo. Na capa fez ilustração com tipos e clichês. Adorei! Precisamos trocar experiências com o Nuno e a Susana.
Fotos e mais fotos! E mais fotos ainda!

Passamos o dia tirando fotos, preparando estúdios improvisados, convencendo os modelos a posarem (eu mesma), negociando cachês (chocolates? docinhos?) e tudo mais. No fim do dia, percebo que podemos fazer o que quisermos se formos criativos. A parede amarela pode ser um ótimo fundo para uma foto. Temos vários cenários, várias possibilidades. Criamos, mudamos, fazemos e refazemos. O resultado pode não ser aceito sempre, mas nos divertimos e descobrimos que nosso ambiente de trabalho é muito maior que pensávamos. É tão grande que talvez não tenha fim... depende apenas da nossa imaginação.
Obs. O Elder fez fotos maravilhosas! Mais uma vez, obrigada!
o rio e o oceano
Como não vou mais às aulas de yoga, minha querida professora me envia por email os textos que ela lê durante o relaxamento. Vejam que lindo o último que recebi:
"Diz-se que um Rio treme de medo antes de cair no oceano.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O Rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência. Pode-se apenas ir para frente. O Rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.
Apenas o Rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento; por outro renascimento...
Assim somos nós... voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar.
Torne-se o Oceano!!!"
cidade invisível

Alguém me disse que um amigo estrangeiro estranhou o fato de muitos paulistanos desconhecerem a própria cidade, limitando-se aos seus percursos diários da casa ao trabalho. Viu São Paulo então como muitas cidades dentro de uma só, separadas por diferentes contextos, menos físicos, mais sociais e econômicos.
Frequentemente me vejo descobrindo outras cidades por aqui e nesta semana foi o Parque Novo Mundo, no bairro da Vila Maria. Acompanhando trabalho em gráfica, enquanto aguardava os acertos de máquina, rodei pelo centrinho do bairro, cujas ruas têm nomes dos pracinhas brasileiros mortos na segunda guerra. Já imaginou morar na Alameda 2º Sargento Nécio B. dos Santos? O dia estava nublado, garoava, chovia e registrei algumas cenas que logo logo vão pro ateliê da Fonte. Por enquanto fica uma delas, pra me lembrar da nossa cidade da outra margem do Tietê.
t.
Chita e mais chita!
Na última edição da revista Arc Design, saiu uma reportagem sobre o sucesso que a chita vem fazendo na moda e na sua aplicação em utilitários. Vale a pena conferir
finalmente!
finalmente consegui me inscrever no blog e já estou atrasada... não vou conseguir ler tudo que já foi escrito antes do fim da semana! Este negócio de blog comunitário anda numa velocidade acima da permitida...
apenas uma pequena colaboração:
o design*sponge é um blog de uma designer do Brooklyn (já mostrei para algumas pessoas) e ela pesquisa muita coisa legal pela internet (como ela consegue???) - vale a pena dar um pulinho lá de vez em quando.
é isso.
filosofia na fonte
Saravá!
Coloquei na roda o pequeno texto que escrevi para o curso de tipografia do Senac sobre nossa querida fonte Filosofia.
Como inserir imagens?
Não é difícil. Todo mundo já sabe como fazer o upload pelo WS_FTP, certo? É só jogar praquela pastinha /blog/img que eu falei. Com isso, a imagem vai ter o seguinte endereço na internet:
http://www.fontedesign.com.br/blog/img/nomedaimagem.gif (ou .jpg)
Feito isso, para inseri-la no blog basta colocar a seguinte tag (comando) dentro do post:
<img src="http://www.fontedesign.com.br/blog/
img/nomedaimagem.gif">
Pronto. A imagem vai aparecer, como eu fiz no texto sobre o Brilho Eterno aí embaixo. O caminho vai ser sempre o mesmo, só muda o nome da imagem que vocês colocarem. Lembrem-se de colocarem as aspas, caso contrário a tag não dá certo.
Lembrando também que, devido ao nosso template, temos um limite para a largura das nossas imagens - pelos meus cálculos, 410 pixels. A altura fica a criterio de vocês, ok?
Também dá pra alinhar a imagem à direita ou à esquerda do post, caso ela seja menor que 410 pixels. Se eu quisesse ela à direita, por exemplo, bastaria incluir o comandinho align dentro da tag:
<img src="http://www.fontedesign.com.br/blog/
img/nomedaimagem.gif" align="right">
E assim por diante. Outra coisa muito útil também é fazer com que um link abra automaticamente em uma outra janela. Pela página de edição de posts do Blogger, o comando faz com que o link abra na mesma página, mandando nosso blog pro espaço. Basta inserir o target="blank" na tag:
<a href="http://endereçodapagina" target="blank">texto do link</a>
Essas e outras informações estão espalhadas pela web em tutoriais de html. Eu achei esse e esse. São bem simples, mas acho que já ajudam bastante.
Qualquer dúvida, gritem.
testando...
testando o blog da fonte
testando o blog da fonte
testando o blog da fonte
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testando o blog da fonte
testando o blog da fonte
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Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Se você é uma pessoal normal, dessas feitas de carne, osso e melancolia, certamente um dia já partiu e/ou já teve o coração partido por alguém. Ser sujeito ou objeto nesse caso faz uma enorme diferença, principalmente quando se trata de literatura ou cinema. Pode reparar: quem escreve um livro ou faz um filme não costuma se interessar pelos que têm sucesso nos relacionamentos. É muito mais fácil encontrar em romances ou no cinema boas doses de lamentação do que paixões plenamente correspondidas. Talvez porque a desilusão amorosa seja, de fato, o mais universal dos sentimentos.
:: continue lendo "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças"
fontedesign.com.br/blog
Esse é o nosso novo endereço. Aparentemente o endereço antigo continua existindo, mas os posts novos só vão aparecer por aqui.
Fiz isso, como comentei com a Juju, pra ir adiantando um pedaço da atualização do nosso site - diretórios, endereços, e afins. Além disso, essa transferência nos traz algumas vantagens. Além de termos um endereço chic, também podemos tirar aquela barrinha do Blogger que ficava no topo da página, por exemplo.
É isso.
Big Brother
Acabei de colocar no template da página o nosso contador. Ele é o nosso mais novo amigo. Trata-se do iconezinho azul do lado direito da página, lá embaixo do "I power Blogger". Clicando em cima dele dá pra saber um monte de coisas - inclusive se tem mais alguém lendo esse blog além da gente.
Enfim, nosso contadorzinho é praticamente um Big Brother. Mas, ao contrário do da Globo, esse vai ser muito útil. Se alguém quiser saber como ele funciona, é só perguntar.
Corra lola, corra!
Tudo começou com o inesperado e fantástico roteiro do filme "Corra, Lola! Corra!". A possibilidade de mudar os acontecimentos do filme faz o espectador torcer pela mocinha e ver a história se modificando a cada cena. Cheguei a ter a sensação de que a minha própria vontade pudesse interferir no final. Esse recurso é usado nos últimos dois filmes que eu vi: "Eterno Amor" e "Herói". O roteiro não é mais fixo. É mutante. Muda com a força, com a bondade e com os valores dos mocinhos do filme. Mas não pára aí. "Eterno Amor" ainda possui a graça de "Amélie Poulain", na história passada na 1ª Guerra Mundial. Em "Herói", o enredo baseado na história da unificação da China, a 'dança voadora' das artes marciais e a fotografia, faz com que o espectador se perca. Para um simples espectador, um efeito pode ofuscar outro.
o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
hi, ladies & gentlemen
ça va, mesdames et messieurs
saravá, sinhôs e sinhás
vamu adentrá
por essa portêra letrônica
por esse mundão largo de jigabaites
pra farofá
t.
Minha primeira vez num blog
Estou testando isso aqui... essa fonte é estranha... como vai ficar no final?
Pra começar, esse é o título do post
E aqui começa o post propriamente dito. Dá pra fazer algumas coisinhas. Colocar o texto em bold, em itálico. Também dá pra colocar links para vários lugares diferentes. Dá pra colocar imagens também, é só ter o endereço certo dela. Como essa, por exemplo:

Quê mais? Ah, dá pra mudar o texto de cor também, embora eu não curta muito essa opção. Também dá pra usar outros templates - a "cara" da página - mas essa é a mais bacaninha das opções que eu vi (a Pati gosta dessa também). Dá até pra fazer listas, numeradas ou com bullets. Por exemplo:
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Como preparar um bolo de chocolate e um bolo de doce de leite, (receita do meu amigo Elcio Maruyama)
Premissas:
- Ter um forno elétrico ou convencional em casa
- Recomendável ter um batedor
- Ir a supermercado.
- Ir à seção de farinhas, cereais, etc
- Pegar uma caixa de massa pra bolo Dona Benta sabor doce de leite e outra da marca Maizena no sabor chocolate.
- Pagar as compras no caixa
- Voltar pra casa
- Seguir as instruções da embalagem de cada caixinha
- Não xingar o amigo que passa receitas
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Enfim, as opções são muitas. Acho legal todo mundo ir testando o que dá e o que não dá pra fazer. Entrelinha, por exemplo, Marília, não sei como mudar. Deve ter algum jeito, mas não aqui pela janelinha de post. Preciso pesquisar, ok?
É isso. Qualquer coisa, comentários abaixo, please.
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