28.02.2007

Z. & Eu

zahinha4.jpg
Sempre tive restrições para ler aqueles livros que ficam na lista dos mais vendidos. Mas tenho que concordar que geralmente possuem uma leitura tão fácil e agradável que conquista qualquer um.
Marley & Eu, de John Grogan é um desses livros. E eu adorei! Entendi, ri, e chorei em muitas páginas.
John Grogan conta a história de seu labrador Marley, atráves da descrição sensível de várias situações que esses peludos nos proporcionam. Creio eu, que muitas pessoas achariam que não pudesse haver um cachorro como o Marley. Mas eles existem! Os cachorros são absurdamente especiais por todo carinho que nos trazem e mais ainda por nos fazerem viver emoções e cenas que não viveríamos sem eles. Depois da última página, comecei a sorrir sempre que ouço os passos da Z. pela casa.
Para quem tem cachorro em casa, é uma ótima leitura!

28.07.2005

Academia Brasileira de Literatura de Cordel

Brasão da ABLC

Vamos tratar da chegada
quando Lampião bateu
um moleque ainda moço
no portão apareceu.
- Quem é você, Cavalheiro -
- Moleque, sou cangaceiro -
Lampião lhe respondeu.

- Não senhor - Satanás, disse
vá dizer que vá embora
só me chega gente ruim
eu ando muito caipora
e já estou com vontade
de mandar mais da metade
dos que tem aqui pra fora.

Moleque não, sou vigia
e não sou o seu parceiro
e você aqui não entra
sem dizer quem é primeiro
- Moleque, abra o portão
saiba que sou Lampião
assombro do mundo inteiro

As belas estrofes acima são do poema A CHEGADA DE LAMPIÃO NO INFERNO, escrito pelo pernambucano José Pacheco da Rocha (1890 - 1954), e dão uma amostra muito pequena perto da riqueza que a literatura de cordel brasileira nos oferece. No site da Academia Brasileira de Cordel é possível ter acesso a outros poemas, à história do gênero no Brasil, outras publicações, galeria de fotos, vídeos e à loja da instituição, onde são vendidas desde compilações das obras até matrizes de xilo (!). Algumas, como bem observou o Tomé, parecem nem ter sido utilizadas. Um site simples, mas muito bem construído, como todo bom cordel que se preze.

07.06.2005

O consultório sentimental de Nelson Rodrigues

Sou tão sentimental...
Em 1949, o aclamado dramaturgo escrevia, sob o pseudônimo de Myrna, uma coluna no jornal Diário da Noite respondendo às dúvidas de suas missivistas carentes e/ou confusas, numa espécie de consultório sentimental. Essas colunas foram reunidas e publicadas pela Companhia das Letras num livro com o sugestivo título Não se pode ser feliz e amar ao mesmo tempo.

:: continue lendo "O consultório sentimental de Nelson Rodrigues"

16.05.2005

Fliptum

Esse é o Fliptum do Adão (valeu, Tomé!) mas tem muitos outros no link. Pode clicar.
Meu professor de Educação Artística no colégio, o Cido, bem que tentou, mas nunca conseguiu despertar nenhum grande desenhista dentro de mim. Eu também me esforçava, mas minha falta de coordenação motora e de habilidade com lápis HB, 6B, pincéis e guaches me impediram de começar na infância uma promissora carreira como cartunista ou ilustrador. Uma pena, realmente.

:: continue lendo "Fliptum"

20.04.2005

Ensaio Sobre a Cegueira

Sou enigmático, mas não mordo
Até pouco tempo atrás, este livro esteve vergonhosamente na categoria de "Livros não terminados" no meu histórico literário. Nessa categoria, só perdia para Crime e Castigo, que já comecei e não consegui terminar por pura falta de tempo, pelo menos, umas três vezes. Os russos, por enquanto, vão ter que esperar. A bola da vez é dos portugueses.

:: continue lendo "Ensaio Sobre a Cegueira"